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Dica de série: Scorpion

Hey pipou! Se a gente ama séries? É claro que sim! Ainda mais aquelas que tem temporadas disponíveis no Netflix.

Scorpion é uma série produzida e televisionada pela CBS inspirada na história real do excêntrico gênio da computação Walter O’Brien e sua equipe, que não sei se também é real, mas sei que a série é simplesmente maravilhosa resumida a um time de gênios, com QI altíssimos e muitas lições de vida, com ação na medida perfeita, uma dose simpática de romance e uma coleção de diálogos bem humorados que te levam do riso ao choro em várias cenas. Cada episódio tem em média 50 minutos e logo que finalizei a primeira temporada, decidi que deveria falar sobre a série que me fez parar a vida.

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O personagem principalmente obviamente é o Walter, interpretado pelo Elyes Gabel boquinha fina. Ele é um cara gato, de expressão fechada, um ator perfeito para o jeito introspectivo e muito difícil do Walter. Ele possui um QI 197 – muito acima da média encontrada por aí. Walter é difícil de decifrar emoções e por isso acredita não senti-las, mas suas ações são contraditórias as suas crenças em alguns momentos. Em outros, ele é um tremendo babaca e precisa da Paige, interpretada pela Kate Mcphee. Já adianto que é seu par romântico, mesmo que eles não fiquem juntos na primeira temporada e até o terceiro episódio da segunda que estou assistindo nesse momento. E ah, eles eram namorados na vida real. Ajuda muito na minha tendência shipper #sqn

Scorpion não colabora com a minha vida social.

Paige Dineen não é nenhum gênio, apenas uma mãe, uma pessoa doce, bondosa, capaz de interpretar as emoções e controlar o temperamento de cada um deles. A Paige é mãe de um menino também com um QI elevado e o grupo a ajuda lidar com as dificuldades do filho. Walter e Ralph são próximos, porque são extremamente parecidos. As cenas dos dois são extremamente fofas, engraçadas e eles protagonizam um casal fora do comum com o jeito zero noção do Walter e ela toda atrapalhada, cheia de sorrisos e bochechas coradas. Sem contar que é LINDA DEMAIS. Toda vez que tem close do rosto dela, fico me perguntando onde que estava escondida esse tempo todo. É uma ótima atriz.

Ela também segura a onda no relacionamento entre Walter e o agente Cabe Gallo, que no começo da primeira temporada é bem tenso devido ao passado deles. Cabe foi o agente que “prendeu” Walter por ter invadido o sistema da NASA quando tinha apenas onze anos. Aos dezenove, ouve uma invasão em Bagdá e o Cabe usou um sistema que o Walter criou para espalhar bombas e não alimentos, conforme a programação inicial. O nosso gênio carrega a culpa de todas aquelas mortes e também culpa Cabe – que na época, também foi enganado por seus superiores – pelo acontecido. A relação deles é de pai e filho. É muito forte e os acontecimentos dos episódios cria um forte laço, que não é rompido mesmo quando a verdade vem a tona no final da temporada.

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A equipe conta com a super gênio da mecânica Happy Quinn, uma mulher muito corajosa, valente, que foi criada em orfanatos pela sua incompreendida inteligência, que tem os integrantes da Scorpion como sua família. Ela é cética, muito cínica, com o extremo do mau humor e dona das melhores cenas ao lado de Toby, o seu par romântico (os dois não tem nada a ver e por isso que combinam tanto), o médico psiquiatra da equipe, que me faz observar as pessoas com suas dicas. Ele é muito observador e o que avalia o comportamento dos casos. Ele implica constantemente com o membro mais novo da equipe Sylvester Dodd, o matemático gordinho, com memória fotográfica, cheio de fobias muito engraçadas e o cara que ninguém acredita que pode salvar a paz mundial e fez várias vezes durante a temporada.

Todos eles dividem suas vidas com seus problemas pessoais, dramas familiares, a superação de ser um nerd vencendo na vida e ao mesmo tempo salvam a vida de muitas pessoas trabalhando junto a Segurança Nacional e ao mesmo tempo, se conhecem, aprendem com seus erros e nos ensinam muita coisa legal. A série retrata um pouco de bullying, a incompreensão da família em relação as diferenças que um gênio como eles podem desenvolver com o crescimento e a não aceitação da sociedade com pessoas extremamente inteligentes. Estou na segunda temporada, lutando para assistir enquanto o Netflix não atualiza em favor da minha paz de espírito.

Update: A segunda temporada também é muito boa, mas é bom que parem de enrolar com algumas coisas na terceira ou não vai ter mais graça assistir!

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