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Crítica – Cinquenta Tons Mais Escuros

Sexta-feira, finalmente, depois de muita espera, tive o prazer de ir ao cinema assistir o filme mais aguardado para os fãs. Antes de começar a falar sobre o filme, quero anunciar que pra quem mora na região dos lagos, o Cine Araújo no Shopping Park Lagos, tem a promoção de segunda à sexta-feira, todo mundo paga meia. Confira os horários certinho no site do cinema. Vale a pena!

Acompanho a história de Christian e Anastasia desde que ainda eram Edward e Bella. Acompanhei o processo de adaptação para original, que não houve muitas mudanças, assisti ao primeiro filme meio satisfeita, mas sabendo que tinha muito que melhorar, senti medo quando a Érika assumiu a produção dos próximos filmes e agora só posso dizer: PUTA MERDA! Sério. Todas as autoras deveriam produzir seus livros em adaptação para o cinema. Deveria ser uma regra, o que nem sempre é. Tenho que admitir: Cinquenta Tons Mais Escuros foi feito especialmente para quem é fã e acompanha as histórias. Quem não curte, não leu, é provável que não goste e saia por aí falando merda.

Claro que essa crítica não será apenas um elogio, houve cenas que eu não gostei pela forma que destoou o Christian do livro, mas outras compensaram tanto de tirar o fôlego! E a atuação do Jamie como Christian está bem mais caracterizado como rico sedutor bem cuidado, muito mais que no primeiro livro. Ele e a Dakota mostraram que a amizade deles fora das telas influenciou muito na Química deles como um casal. E por falar em Dakota, ela vestiu bem uma Ana curiosa, sarcástica, cheia de desejos e muito apaixonada, ao mesmo tempo, ensinando ao Christian o que é um relacionamento.

Em muitas cenas, os diálogos são exatos como no livro, outros, bem melhores e mais modernos, afinal, a história originalmente se passou em 2011. As melhorias feitas visualmente foram encantadoras. A direção de fotografia está de parabéns ao criar um universo sedutor e de tons quentes sem o jogo apelativo do primeiro filme como aquela cena da reunião que mais parecia que eles estavam em uma boate de luz roxa do que conversando no trabalho dele. Só há um erro de continuidade muito perceptivel, que eu já tinha reparado no trailer, no mais, quase todas as cenas o cabelo dela está do mesmo jeito que o close anterior, assim como a posição das mãos dele.

A trilha sonora está incrível. As cenas de sexo estão mais explícitas, mas, incrivelmente não apelativas. A Dakota aparece muitas vezes nua ou com pouca roupa, mas não havia nada errado em assistir aquilo, era natural, assim como o Jamie, totalmente caracterizado de Christian, também nu. Não houve nu frontal, também não havia a mínima necessidade. E voltando a falar das músicas, encaixou perfeitamente em cada situação, das cenas mais engraçadas às mais sensuais. Os personagens secundários foram mais explorados, como a Kate, e finalmente Mia, como Rita Ora. Tiraram aquela peruca horrível e deram vida a personagem.

A presença da autora está nítida em muitas cenas e as fãs devem estar gratas pela sua interferência. Eu estou! Obrigada!

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